American Gangster 
Ontem, fui ao cine. Opção maravilhosa para coroar uma semana de adaptação. Vi um filme muito bom. Outro, por sinal! Tenho tido sorte nas minhas escolhas. American Gangster. Longo, sim. 167 minutos, mas nada monótono, o que faz com que o tempo passe voando e não seja, jamais, inimigo do cinéfilo. Fui sozinho. Raro fazer isso, mas sem companhia, não se pode tornar impedimento. Ultima sessão: 11 da noite, “horário normal”, segundo os padrões espanhóis. Depois satisfação por ter visto mais um grande produção americana. E o que mais me fascina na sétima arte é a capacidade de adaptar histórias reais ao mundo mágico das salas escuras.
Sinopse
Ambientado na Nova York da década de 1970, o longa mostra a trajetória de Frank Lucas (Denzel Washington), o maior gângster que já existiu na cidade. À frente dos negócios de seu ex-chefe, conhecido como "Bumpy" (Clarence Williams III), ele vai até o Vietnã, em plena guerra contra os EUA, atrás de matéria-prima para vender a heróina mais pura e barata encontrada no mercado norte-americano, concorrendo diretamente com a máfia italiana. Baseado em sólidos valores éticos e sempre contando com o apoio de sua família, Lucas começa a demonstrar sua incrível capacidade de coordenar e alterar as regras do universo da máfia local. Paralelamente a isso, o policial Richie Roberts (Russell Crowe), que há tempos vem sofrendo na polícia de Nova York no combate ao crime organizado, por ser um policial honesto dentro de um departamento totalmente corrupto, começa a se dar conta de que algo está mudando no dia-a-dia das ruas da cidade. O encontro inevitável entre os dois fará com que inesperadamente unam forças para limpar a cidade dos malfeitores, sejam eles bandidos ou policiais.
Escrito por Alisson Dias Gomes às 09h07
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Atrações e encantos da grandiosa pequenina Salamanca*
Salamanca, cidade espanhola da comunidade de Castela e Leão, com área de 38,92 km² e população em torno de 165 mil habitantes, é conhecida em todo o mundo por ser um dos pólos de educação mais atuantes e vibrantes da Europa. Em especial, por conta da vida cotidiana se centrar em sua famosa e prestigiada universidade, na alegria cosmopolita e poliglota dos seus visitantes e na Praça Maior, edificada entre 1729 e 1755, centro e símbolo da identidade deste povo.
Destacada por sua riqueza monumental, haja vista dispor de obras de distintas épocas, como Idade Média, Renascimento, Período Clássico e Barroco, Salamanca brinda ao visitante ou morador construções de tamanha beleza, como as Catedrais, o Palácio de La Salina, o Palácio de Anaya, o Palácio de Monterrey, a Casa das Conchas, o Convento das Dueñas e a Torre do Clavero. Tudo conservado e devidamente protegido, contando com o apoio da população local que “vigia” a atitude e o comportamento dos estrangeiros que aqui chegam.
Visitantes, em grande quantidade, ao longo de todo o ano, principalmente na Semana Santa (uma das mais tradicionais do país), e oriundos de muitas partes do mundo vêm a Salamanca para temporada de estudos, breve ou longa, ou para desvendar os encantos desta secular cidade. O turismo está entre as principais atividades econômicas na atualidade, ao lado das indústrias de curtumes e cerveja. Inclusive, a cidade dispõe de excelente infra-estrutura, com hotéis para todos os estilos e bolsos. Vale ressaltar ainda que foi escolhida Capital Européia da Cultura em 2002 e tem o seu centro histórico declarado Patrimônio da Humanidade desde 1988.
Aos que chegam à certeza de que serão felizes, como decantam outros que por aqui passaram, viveram e voltaram aos seus países de origem. E sem dúvida ingredientes para a felicidade existem, como acesso a cultura e a informação e boas condições de vida, no tocante a custos baixos para moradia e alimentação, principalmente quando comparada a outras cidades, como Madri e Barcelona. Além disto, a preservação dos hábitos locais e, por conseqüência, da cultura espanhola, proporciona ao recém-chegado conhecer melhor como pensam, agem e celebram a vida e suas tradições.
Neste sentido, é oportuno ressaltar ainda que o contato com nativos, acostumados a lidar com pessoas de outras nacionalidades, é diferente. De maneira geral, receptivo e desprendido, seja porque estão mais familiarizados com tanta gente de distintos lugares ou porque naturalmente são mais abertos que catalães, bascos e galegos.
Deste modo, comumente se escuta entre os “forasteiros” que só não é feliz em Salamanca quem não quer, pois só depende de cada um se incorporar a realidade desta grandiosa cidade e procurar fazer dela seu próprio canto.
* Texto publicado no Portal Acessepiauí, coluna Conexão.
http://www.acessepiaui.com.br/conexao.php
Escrito por Alisson Dias Gomes às 08h45
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